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Dei início à este blog para falar especialmente de literatura. Falar, na verdade, de arte em geral. Coisas que tanto gosto e com as quais tanto me identifico. O blog não é tão movimentado, mas de vez em quando passo por aqui e deixo uma declaração, um texto, um poema... Não se acanhe. Fique à vontade e deixe um comentário. Cedo ou tarde ele será respondido.

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Pós-graduando em Letras, Português e Literatura pelo Instituto Pedagógico de Minas Gerais; MBA em Gestão Estratégica de Pessoas pela Faculdade SENAC-MG. Licenciado em Letras com dupla habilitação em Inglês e Português pela Faculdade Pitágoras de Belo Horizonte; professor de ESL (English as a Second Language) com certificado TESOL (Teacher of English for Estudents of Other Languages) pela San Diego University for Integrative Studies, Califórnia; professor de Inglês na Secretaria Municipal de Educação de Vespasiano; revisor de textos em língua inglesa e portuguesa.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Isso é política?

As eleições na capital mineira estão uma “maravilha”. Os candidatos acreditam que a tática de ataque e defesa vai definir o resultado das urnas no próximo dia 26 de outubro. Mal sabem eles que esses ataques mais têm confundido a cabeça do eleitor. Vídeos, documentos, declarações, tudo para tentar subir nas pesquisas. Engraçado que, ao invés de os candidatos tentarem mostrar suas qualidades (se é que elas existem), preferem mostrar os erros e defeitos do outro. Isso é política? Se for, então já sei o que afasta cada vez mais as pessoas desse meio. Um tremendo jogo de interesses. “Não vote no Fulano porque ele é assim.” “Não vote no Beltrano porque ele já fez isso e aquilo.” Que palhaçada! Pior é que o povo engole tudo o que lhe é apresentado. O povo não quer se preocupar com informações e números. Esquentar a cabeça pra que? Apenas vota, e daqui um ano, nem lembra mais em quem votou. Não cobra soluções, se mantém alheio à situação que atinge principalmente a ele mesmo. Está na hora de mudar essa situação. Temos que “correr atrás” das mudanças. Fazer acontecer. Por aqui (Belo Horizonte), não conhecemos as qualidades de nossos candidatos. Temos que optar pelo menos ruim porque os programas eleitorais apenas têm sido usados no intuito de atacar o adversário e se defender das acusações do mesmo. Fora as críticas contra o atual governo. Haja paciência! Uma coisa é certa. Como está não dá pra ficar. O poder de decisão e mudança está em nossas mãos. Cumpre a nós a responsabilidade de eleger o que considerarmos melhor e, caso não atenda nossas expectativas, existem outros para se colocar no lugar. Basta ao povo abrir os olhos e encarar essa briga como sua. Avança Brasil!

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